Comunicação em armazém não é sobre recursos chamativos — é sobre rádios que sobrevivem ao piso e continuam altos o suficiente para serem ouvidos por cima das empilhadeiras.
Se walkie talkies para uso em armazém estão na sua lista de compras, veja bem: o ambiente é a ficha técnica que mais importa. Paredes de concreto, prateleiras de aço e máquinas absorvem e rebatem os sinais, então o alcance interno é sempre pior do que a caixa anuncia. Não compre pelos quilômetros anunciados — compre pela cobertura do seu piso mais uma margem de segurança.
Para rádios de fábrica, a durabilidade vem primeiro. Rádios caem de paletes, são derrubados de cintos e ficam cobertos de poeira. Procure uma construção robusta com classificação IP — resistência a poeira e respingos significa menos aparelhos mortos no segundo mês. E planeje reservas: compre um ou dois extras por turno imediatamente, porque o custo de um rádio morto durante um turno é muito maior do que o custo do rádio.
O áudio é o segundo grande item. Armazéns são barulhentos, e um alto-falante fraco acaba sendo aumentado até distorcer, e aí as pessoas param de ouvir as chamadas. Para as zonas barulhentas, microfones de mão presos perto do ouvido resolvem a maior parte, e os fones de ouvido vão um passo além nos pisos mais barulhentos. A duração da bateria é a terceira: um turno mais hora extra significa 12+ horas, então baterias reservas rodando pelos carregadores são praticamente obrigatórias, não opcionais.
Pense também em quem carrega esses rádios. Simples é melhor. Se os separadores precisarem rolar menus, eles vão cair no canal errado e você terá zonas mortas de comunicação que não consegue ver. Pré-programe os canais, entregue, pronto. A nossa página de soluções para armazéns percorre configurações que vemos funcionando em instalações reais, e se você quiser uma segunda opinião sobre quantidades, fale conosco com o tamanho do seu piso e o número de funcionários.